Quarta-feira, 21 de Março de 2007

Entrevista: Marcos Pasquim!

Está sozinho no momento?
Estou sem tempo para namorar. Estou com pena de mim (risos)! Trabalho de segunda a sábado e não quero saber de mais nada.

Você se sente bem sozinho?
Procuro lidar com isso. De vez em quando dá um bode, apesar de gostar da minha solidão em casa.

Por que acha que não se apaixonou novamente?
Acho que é uma questão de oportunidade. Não tenho saído. Se tivesse de arrumar uma namorada, teria de ser alguém da novela, o que não acontece.

Acredita que é ruim se relacionar com uma colega de trabalho?
Não. Isso acontece muito. A gente passa muito tempo junto e é fácil se envolver.

Já aconteceu com você?
Já e foi bilateral. Isso é mais comum do que parece para quem tem uma carga de trabalho grande. E não estou falando só entre pares românticos. Pode ser com alguém que você bata papo enquanto espera uma cena.

O perfil de mulherengo de seus personagens o atrapalha?
É um lado ruim porque me vêem dessa maneira. Já fui muito mulherengo. Até os 25 anos namorei várias ao mesmo tempo. Era de ficar com uma, duas, três, quatro garotas. Agora, estou mais tranqüilo. Penso muito na minha filha.

Mudou depois que se tornou pai de uma menina?
Entendo um pouquinho de mulher, mas criar uma me apavorou. Quando Allicia veio, descobri que a própria criança ensina. Ela é carinhosa, inteligente, carismática, sorridente e simpática. É tudo! Você pega aquela pessoa com cara de joelho e diz: "Cara, é lindo!" (risos). E mata e morre por aquilo.

Como é a sua relação com Allicia?
Ela mora com a mãe, em São Paulo, e eu no Rio. Como estou gravando, a gente se vê a cada 15 dias. Quando estamos separados, falo com ela diariamente. Assim que a novela terminar, vou passar mais tempo em São Paulo.

Ela sentiu a separação?
No início, sim. Uma vez, disse para Fabiana: "Os sapatos do papai não estão mais aqui". Percebeu a ruptura, mas está levando numa boa. Espero que nós nos entendamos para o resto da vida para criá-la melhor.

Voltando a falar de mulheres, conquistar é fácil para você?
Não sou bom na conquista. Sou tímido. Só vou quando tenho certeza absoluta de que não tomarei um toco. Eu me arrisco pouco. Gostaria de ser mais ousado.

A proximidade dos 40 anos o incomoda?
Não, vêm os cabelos brancos e você passa a querer mais tranqüilidade do que agito. Ainda me considero bem fisicamente e de cabeça. Não me sinto com a idade que eu tenho. Só me preocupo com o cabelo. Tenho medo de ficar careca (risos). Quando terminei Kubanacan, estava mal aqui na frente. Está até hoje, mas parou de cair.

Até quando você acredita que se mantém no papel de galã sedutor?
Daqui a pouco eu paro, acho. Mas Zé Mayer está aí até hoje (risos)! Vou fazer enquanto me chamarem. Também não sei se quero fazer esse tipo de personagem sempre. Até hoje chamam o Antonio Fagundes para fazer galã. Não sei se vou chegar aos 50 com esse apelo. Mas você acha que estou ficando velho?

 

fonte: Contigo

publicado por . às 12:55
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